2022-05-12

  • A discussão sobre o politicamente correto é antiga e não parece ter evoluído nada ou, pior, parece ter involuído. É só lembrar de Oleanna e Storytelling, onde há questionamentos profundos sobre a operacionalização da censura e da opressão promovidas por pautas identitárias, e comparar com a discussão de hoje em dia que parece ainda rodar em torno do direito de fazer piadas racistas, sexistas ou de mau gosto. Isso é um belo sinal de que a tal liberdade de expressão pedida por grupos conservadores não é usada para expressar ideias ou opiniões, mas sim para humilhar o outro, o que, de certa forma, justifica a existência do politicamente correto.
  • Escrever um blog muitas vezes é como tentar ser engraçado numa sala vazia.
  • Somos veículos intermediários para lembranças até que elas sejam depositadas em formatos mais perenes de registro. Viver é um preâmbulo para escrever.
  • “Karma Yoga is a philosophy that claims the answer is not “either/or” but rather “yes/and”. Karma means “action,” and Karma Yoga is performing action without attachment to the outcome. It’s a way to be in the world, without being of the world. To dutifully do your work, whilst attaining self-liberation from the ego concurrently”.
  • “(…)character—the willingness to accept responsibility for one’s own life—is the source from which self-respect springs”. – Joan Didion
  • “The Quick and the Dead” é o tipo de filme bom que se perde na quantidade excessiva de opções ruins dos streamings da vida. Russel Crowe, Leonardo DiCaprio e Sharon Stone exercitam um gênero considerado antigo com frescor. Hackman dá o aval da experiência e Sam Raimi se reinventa mais uma vez. Saudades desse tipo de clássico secreto. Que surpreendente, tem no Netflix,

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