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Enfim, Anitta, símbolo máximo da decadência cultural brasileira em busca de aprovação pelo que de mais medíocre que se encontra no exterior, pulou o tubarão ao se tornar um pastiche de si mesma. Sua aposentadoria dará, se os deuses quiserem, fim à zica que acomete o Brasil desde do início da sua carreira em 2013. Mesmo oposta ao governo Bolsonaro, ela é o ápice de tudo que ele representa: uma subcultura pão com leite condensado subserviente aos Estados Unidos e à ideia de que dinheiro e popularidade são méritos que transformam a mentira em verdade e a ignorância em sabedoria.

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