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Elizabethtown é um filme ruim, mas poderia ser muito bom. Há elementos excelentes nele: o discurso da mãe; o vídeo do sujeito explodindo a casa; a banda tocando enquanto o salão pega fogo; os personagens do casório no hotel; a viagem de avião; os amigos do pai; a longa conversa no celular. Porém dar uma backstory tão banal pro protagonista diminuiu a importância do tema principal da paternidade. Valia ele ser reescrito e refeito. Óbvio, sem o voice over. Minha única concesão ao McKee.

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