Ir ao conteúdo

Lisandro Gaertner Publicações

Roteiro Terminável e Interminável

Amanhã começa o Script Frenzy, uma maratona de um mês para escrever um ou vários roteiros que somem 100 páginas. Ao contrário do NaNoWriMo que visa a construção do primeiro draft de um romance- não vale reunião de contos, poemas épicos e tal- o Script Frenzy é mais democrático e permite cinema, teatro, quadrinhos e o que mais você imaginar que seja roteirizável. Como não podia deixar de ser, já me inscrevi na maratona.

SSH! Não conte pra ninguém, mas acabei de criar um RPG

O pessoal da Secular Games convocou e eu aceitei o desafio. Desenvolver um RPG com cenário em 15 dias.  A idéia era usar o Carnaval, para, numa maratona frenética, criar um RPG independente do nada.

Assim que fiquei sabendo me empolguei, mas, confesso, só comecei a trabalhar no sábado de manhã, véspera do prazo final. É claro que durante os 13 dias antes de me sentar pra escrever fiquei remoendo velhas idéias e buscando torná-las um jogo simples e fiel ao que realmente me interessava ver num RPG. Acho que consegui. Eis o SSH – Sistema de Simulação Heróica.

De quantos aplicativos você precisa pra viver?

Semana passada resolvi acabar com os problemas de informática daqui de casa e troquei tanto o meu laptop como o desktop. Achei uma boa promoção, fiz a compra e, antes de receber as novas máquinas, parti pra realizar o back up. Fiquei até triste. Enquanto vejo tanta gente reclamando que um Tera não dá pra guardar tudo o que tem em seus HDs; dividido entre meus arquivos e os da minha mulher, tínhamos para transferir às novas máquinas apenas 16GB, sendo 13 deles só de fotos dela (a maioria já no Picasa).

Quanto a software, tirando o sistema operacional, descobri que tudo, mas tudo mesmo, que eu uso está em cloud ou de graça na internet. Do que estava instalado, o total não soma nem 400MB. Incrível, não?

Segue a pequena lista de todos os aplicativos que dão contam de tudo o que preciso fazer na internet e pras minhas produções individuais:

Enfim, Celton aparece

Finalmente depois de quase 10 meses morando em BH encontrei o Celton. Com a sua tradicional placa anunciando “Revistas em Quadrinhos que eu mesmo fiz”, lá estava ele batendo ponto numa esquina da Avenida Cristovão Colombo. Acenei meio desesperado e ele atravessou a rua pra me atender.

“Minha vida dava uma peça” NOT!

"Sim, tio, já ouvi a sua história sobre a Segunda Guerra"

Assisti a mais uma produção do grupo mineiro Galpão. Não esperava pouco. Depois de assistir a Till, uma farsa medieval, na Fundição Progresso, e a Moliére Imaginário, em pleno parque do Arpoador, fiquei maravilhado com a atuação do grupo. É claro que, quando surgiu a oportunidade de assistir ao grupo em sua terra natal, não resisti. Infelizmente, a decepção foi grande.