A equação de feliz ano novo (de novo)

O carnaval acabou (ou quase) e surge (novamente) a promessa de que o ano vai (enfim) começar. Será que (dessa vez) vai rolar? A primeira tentativa (frustrada?) foi no Réveillon, agora surge a (nova?) esperança pós Carnaval; mas, para alguns (ou muitos), só depois das eleições é que saberemos se teremos ano novo (de novo) de verdade. E olha que nem estou contando com os marcos pessoais (e intransferíveis) de cada um de nós, pelos quais esperamos (ansiosa ou temerosamente?), mas que parecem nunca chegar (ou sequer existir).

Afinal, o que esperamos dessas (múltiplas) viradas de ano? Quando finalmente iremos estar satisfeitos com o início (ou o fim) de um ano?  Como viciados à espera de redenção (ou de um definitivo fundo do poço), aguardamos por uma virada completa de 180° (e não uma das fakes e usuais de 360° ). Algo que simbolize que o passado se foi (afinal) e que o futuro pode (pelo amor de Deus) começar.

O fato é que nada muda se nada muda (ou se não mudarmos). Então, pode escolher o dia (Réveillon, Ano Novo Chinês, Quarta de cinzas, Eclipse, Ano Novo Astrológico, Eleição Presidencial, ou Rex Manning Day). Qualquer data é válida para começarmos tudo de novo com (apenas?) uma certeza: vamos continuar abertos aprendendo (e mudando), pois essa virada definitiva (sério, que acreditamos nisso?), na boa, nunca vai rolar (ou quem sabe rola todos os dias e só não aproveitamos (ou percebemos que ela rolou (de novo))).

Então, para comemorar esse (mais novo) ano novo (de novo), deixo vocês com Tessa Violet explicando (de novo) por que (se nos permitimos aprender e errar)  tudo é novo (de novo). Feliz ano novo (vocês entenderam (não? (então, deixa que eu explico (de novo)))).

 

 

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