2026.06.17 – “Human: Born to make mistakes”

  • A consciência (aparentemente) é individual e a maior parte das ações voltadas para coesão (ou repressão) social são voltadas à sua obliteração. Num mundo onde ter consciência (no sentido senciente e não moral) se tornou um luxo (e um crime), como lidar com a ansiedade disfarçada de medo dessa construção coletiva mezzo mística mezzo científica de uma consciência artificial? Ninguém tem resposta, nem o Kevin Kelly, mas, como sempre, ele tem excelentes perguntas.
  • Parece que boa parte das nossas lutas modernas e pós modernas são voltadas à angústia da dúvida se ainda há algo que separe o humano de tudo mais que há ao nosso redor. Não seria melhor, invés de tentar ser, simplesmente brincar que somos?  Eu apoio.
  • Talvez o maior empecilho pra que nossas vidas sejam mais (ou diferentes) do que esperamos é o medo de errar. Tanto no sentido de não atingir o esperado como no de vagar. Se não nos perdemos, nunca nos acharemos.
  • O que é brincar senão errar de propósito e celebrar esse erro com alegria?
  • Que tal, ao invés de condenar a tecnologia, pervertê-la para torná-la mais humana ou, pelo menos, human friendly? Taí uma coisa bem humana que fazemos desde a nossa origem. Não foi por uma dessas que fomos expulsos do Éden? Tenho certeza que a zoeira valeu  a pena.
  • Interested in combining the best of all worlds, The League would like to positively affect the future by close attention to the present, allying technology with humanity and humour.” – The Future (future Human League) Manifesto

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