Carpe Diem… Carpe Diem...
Em determinados momentos, a gente precisa largar a postura mezzo Kafka, mezzo avestruz, de ver a guerra começar e ir pra natação; e, mesmo de frente pra tragédia, conseguir tirar forças de qualquer lugar, mesmo dos errados.
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Gostando ou não gostando, reta ou torta, a mensagem certa acaba chegando ao destinatário. Nem tanto pela mensagem, nem tanto pelo emissor, nem pelo mensageiro, mas pela pura necessidade do receptor ouvir exatamente aquilo, daquela exata maneira, naquele exato momento.
Carpe Diem… Carpe Diem...
Por mais brega que seja, o que nos resta fazer? Então mãos à obra que esses diem não vão se carpar sozinhos. Mesmo que seja indo pra natação. Vai ver, Kafka não era tão negativo quanto imaginamos (mentira, era).
Carpe Diem… Carpe Diem...
(obrigado ao Tarrask por me lembrar do diário do Kafka, agora vou ter que reler)
Carpe Diem… Carpe Diem...