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Mês: fevereiro 2011

De quantos aplicativos você precisa pra viver?

Semana passada resolvi acabar com os problemas de informática daqui de casa e troquei tanto o meu laptop como o desktop. Achei uma boa promoção, fiz a compra e, antes de receber as novas máquinas, parti pra realizar o back up. Fiquei até triste. Enquanto vejo tanta gente reclamando que um Tera não dá pra guardar tudo o que tem em seus HDs; dividido entre meus arquivos e os da minha mulher, tínhamos para transferir às novas máquinas apenas 16GB, sendo 13 deles só de fotos dela (a maioria já no Picasa).

Quanto a software, tirando o sistema operacional, descobri que tudo, mas tudo mesmo, que eu uso está em cloud ou de graça na internet. Do que estava instalado, o total não soma nem 400MB. Incrível, não?

Segue a pequena lista de todos os aplicativos que dão contam de tudo o que preciso fazer na internet e pras minhas produções individuais:

Enfim, Celton aparece

Finalmente depois de quase 10 meses morando em BH encontrei o Celton. Com a sua tradicional placa anunciando “Revistas em Quadrinhos que eu mesmo fiz”, lá estava ele batendo ponto numa esquina da Avenida Cristovão Colombo. Acenei meio desesperado e ele atravessou a rua pra me atender.

“Minha vida dava uma peça” NOT!

"Sim, tio, já ouvi a sua história sobre a Segunda Guerra"

Assisti a mais uma produção do grupo mineiro Galpão. Não esperava pouco. Depois de assistir a Till, uma farsa medieval, na Fundição Progresso, e a Moliére Imaginário, em pleno parque do Arpoador, fiquei maravilhado com a atuação do grupo. É claro que, quando surgiu a oportunidade de assistir ao grupo em sua terra natal, não resisti. Infelizmente, a decepção foi grande.

Buquina, mas não esculacha

Eu já sabia, quando mudei pra cá, que os sebos de BH eram infinitamente mais caros do que os do Rio. Nas minhas garimpagens locais normalmente me assusto um pouco com os preços, mas, mesmo com a possibilidade de comprar no Rio, acabo levando uma coisa ou outra mais difícil de se encontrar. Além disso, pra me facilitar, na grande maioria das vezes, os livreiros belorizontinos sempre dão um bom desconto pra esse ex-colega de profissão. Hoje, tomei mais um susto num sebo, mas foi daqueles dos quais não dá pra se recuperar com facilidade.

God only Knows

Agora, passados 2 meses da volta da minha mulher, revejo as fotos dos 2 meses e meio que ela passou fora. Não as delas. As minhas. As fotos que revelam, de certa maneira, o que sou, o que faço. Quer dizer, quando estou sozinho, sem a supervisão de um adulto responsável.

Achei tão interessante que até gerei um clipe. É verdadeiramente uma viagem pela minha cabeça. Meio triste também, mas bem sincero. Só Deus sabe como sobrevivi.

Volta às aulas

Deve fazer uns 10 anos (ou mais) que não sento em uma sala de aula como aluno. Não, minto. Nos últimos 10 anos entrei e saí de salas de aula com displicência, começando a estudar pra, após devorar as bibliografias recomendadas, fugir como um ladrão no meio da noite. Coisa aparentemente sem explicação, mas justificada pelo asco que sinto pelo ensino tradicional. Adoro aprender, odeio que me ensinem algo num ambiente hierarquizado onde todos são considerados ignorantes.